11 de jan de 2015

Eles querem nos calar! Ataque terrorista à França

Oláaa gatinhas e gatinhos~
  Como vão vocês? Andam aprontando muito, é? Haha. Eu estou com uma p*** dor nas costas, mas tirando isso, estou normal. Conheci um site ótimo para fazer playlists, e logo trago uma para vocês ;). Enfim, este post era pra sair dia 09/01, poréeeem, eu andei me enrolando com ele, e não sei que dia ele vai ser liberado para vocês(me desculpem) :c. Maaas, vamos ao assunto. Como todos devem saber, dia 7 Paris foi atacada por terroristas, e a Érica, adorando fazer posts como este que irão ler, teve que ir atrás de informações na net, para postar aqui. Vamos lá, então?
 O site g1.globo.com, site oficial da rede de televisão Globo, postou o segundo artigo dia 08/01:
Pelo menos 12 pessoas morreram e 11 ficaram feridas em um tiroteio em Paris nesta quarta-feira (7). O crime aconteceu no escritório do jornal satírico "Charlie Hebdo", que já havia sido alvo de um ataque no passado após publicar uma caricatura do profeta Maomé.
Todos os mortos foram identificados. São eles: o editor e cartunista Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb, o lendário cartunista Wolinski, o economista e vice-editor Bernard Maris e os cartunistas Jean Cabu e Bernard Verlhac, conhecido como Tignous, além do também desenhista Phillippe Honoré, do revisor Mustapha Ourad e da psicanalista Elsa Cayat, que escrevia uma coluna quinzenal para a “Charlie Hebdo” chamada “Divan”.
Entre as outras vítimas fatais, segundo o jornal "Le Monde", estão o policial Franck Brinsolaro, morto dentro da redação, e o agente Ahmed Merabet, que morreu já na rua, durante a fuga dos atiradores. No ataque também morreram um funcionário da Sodexo que trabalhava no prédio, Frédéric Boisseau, de 42 anos, e um convidado que visitava a redação, Michel Renaud.
Ainda de acordo com o jornal, o jornalista Philippe Lançon é uma das vítimas gravemente feridas. Crítico literário do jornal "Libération", ele escreve crônicas para a "Charlie Hebdo". A agência Reuters, citando a polícia, diz que 11 pessoas ficaram feridas, sendo quatro em estado grave.
A cartunista Corinne Rey, que afirma ter sido forçada a deixar os atiradores entrarem na redação, diz que eles falavam francês fluentemente. Em uma entrevista ao jornal "l'Humanite", ela contou que conseguiu se esconder embaixo de uma mesa durante a ação, que durou cerca de cinco minutos.
De acordo com o médico Gerald Kierzek, que atendeu alguns dos feridos e foi citado pela CNN, os atiradores separaram os homens das mulheres e perguntaram especificamente por algumas pessoas pelos nomes, antes de matá-las.
Segundo fontes policiais, os autores do ataque portavam rifles Kalashnikov e gritaram "Vingamos o Profeta!", em referência a Maomé, alvo de uma charge publicada há alguns anos pelo jornal, o que provocou revolta no mundo muçulmano.
Os jornais franceses "Le Monde" e "Metro News" dizem que três suspeitos foram identificados, mas ainda não há informações oficiais.
De acordo com fontes policiais ouvidas pela agência Reuters, dois dos suspeitos seriam irmãos que moram em Paris e o terceiro seria de Reims. [...]
O presidente francês, François Hollande, acrescentou que "40 pessoas foram salvas". Ele classificou o caso como um "ataque terrorista", e disse que a França está em estado de choque. Os autores do ataque são procurados pela polícia.
Hollande reconheceu que o governo sabia que a França "estava ameaçada, como outros países do mundo", e afirmou que "foram desbaratados vários atentados terroristas nas últimas semanas".
Uma reunião emergêncial do gabinete da presidência foi convocada para as 14h locais (11h de Brasília). Após o ataque, a França elevou para o nível máximo o nível do alerta terrorista em Paris.
“Cerca de meia hora atrás dois homens usando capuz escuro entraram no prédio com duas armas”, disse a testemunha Benoit Bringer à rádio France Info. “Alguns minutos depois nós ouvimos os barulhos dos disparos”. Ele acrescentou que os homens foram vistos deixando o prédio.[...]
E assim continua, se alguém quiser ler o artigo inteiro, o link está aqui.
Bom, eu nem sei por onde começar, já que o assunto é tão "delicado". Terroristas, liderados pelo grupo Al Qaeda, atacaram o jornal  Charlie Hebdo, e mataram cartunistas e outros empregados do jornal, chegando ao total de 12 pessoas. 
Eles queriam mesmo calar aqueles que todos os dias nos trazem notícias, sátiras, cartoons, e etc., e começaram por este jornal. Mal ele sabiam, o quão influente iria ser isso. Eles escolheram o inimigo errado, já que o jornalismo e o mundo inteiro estão contra eles. Posso dizer que um atendado desses, que atinge o jornalismo atinge a todos, e a mim também. Quer dizer que não posso mais dar minha opinião que caras altamente armados entraram pela porta da minha casa, dispostos a me matar pelo fato de eu ter uma opinião diferente da deles? Então praticamente o mundo inteiro já deveria estar morto. Je suis Charlie!
Calar aqueles que eles consideram "ameaçadores", é o que sabem fazer, mas só conseguem isso matando. Não tem a capacidade de ser mais influentes, e por este motivo, eles tem que usar força. Pois é, isto me lembra os valentões de minha escola. Convenhamos, se os valentões da minha escola, já estão quebrando a cara, estes valentões terroristas também vão.
E o mais engraçado, é que eles acham que vão se salvar, tendo as mãos sujas de sangue. Coitados, mal sabem que o que os espera é o inferno. E não digo do inferno cristão. 

Me desculpem, amores, se o post ficou muito maçante. Eu precisava desabafar, sei lá. Beijos

2 comentários:

  1. Eu tb fiquei muito chocada, é revoltante ver pessoas morrerem por da a sua opinião sobre uma religião, todos nós temos que ter o direito de agreditar e falarmos o que quiser e devemos respitar uns aos outros.
    Ótima ideia Eriih de fazer um post assim ;)
    Je Suis Charlie
    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Awn, obrigada pelo apoio, e por dar sua opinião!
      Beijos

      Excluir